Natasho sentia-se como um ninguém, e o mundo lhe dava razão para isso. Felizmente Natasho encontrou um refúgio em uma caverna, pintou desenhos na parede, e começou a conversar com eles. Agora Natasho sentia-se bem com aquilo que fez, continuava como um ninguém, mas não dentro de sua caverna.
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